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CRÍTICA: Batalhas em escalas grandiosas em Godzilla 2

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CRÍTICA: Batalhas em escalas grandiosas em Godzilla 2
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O que esperar em um filme como Godzilla? Nada mais, nada menos que monstros gigantes e lutas grandiosas.

Dirigido por Michael Dougherty e tendo no elenco nomes como Vera Farmiga, Ken Watanabe, Sally Hawkins, Kyle Chandler, Charles Dance e Milly Bobby Brown, “Godzilla: o rei dos monstros” chega aos cinemas nesse dia 30/05, continuação do filme de 2014.

O ponto forte do filme são seus monstros. A Warner/Legendary vem fazendo um trabalho muito bom com suas criaturas, convergendo todas para um mesmo universo. As lutas, poderes, noção de escala e a fotografia nas batalhas são de encher os olhos.

No primeiro filme, o Godzilla não aparece tanto, apesar de levar o nome ao filme. No segundo temos mais dele e poderia ter muito mais.

Já o elenco humano é totalmente sem apego emocional nenhum. São bons atores com atuações medíocres e que não traz nenhum indentificação. Ken Watanabe passando o filme todo falando Gojjira é até irritante.

E sem contar do potencial desperdiçado dos assuntos que poderiam abordar com seus personagens, por uma narrativa fraca, motivações clichês e certas soluções questionáveis. Mas o foco do filme são seus Titãs.

Com referências a ilha da caveira durante todo o longa, o caminho está mais que preparado para uma luta épica entre Kong versus Godzilla. O gancho é bom, como isso acontece é que deixa um pouco a desejar. O que nos resta é esperar como a Warner fará esse filme. E fiquem até o final, pois possui cena pós-crédito.

Então para quem gosta de criaturas gigantes batalhando entre si, sem se importar com a história, esse longa é recomendado para você.


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Professor por profissão, mas estudante da vida. Apaixonado por cinema.