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Burt Reynolds e sua participação no Arquivo X

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O ator Burt Reynolds morreu nesta quinta-feira, 06, vítima de infarto aos 82 anos. Reynolds se destacou por filmes como “Agarre-me se puderes”, “Amargo Pesadelo”, além de conquistar Globo de Ouro por “Rei do pornô” e “Boogie Nights” de 1997.

Além do sucesso no cinema, Reynolds participou de outras produções, entre elas a nona temporada de Arquivo X em 2002. No episódio 9×13: Improvável a agente Reyes investiga uma série de crime segundo ela, com forte relação com numerologia.

O assassino utiliza combinação numérica para escolher sua vítimas. Monica Reyes (Annabeth Gish) atribui isso a Teoria de Tudo, defendida por cientistas que procuram explicar e conectar todos os fenômenos físicos, como a mecânica quântica e relatividade geral, em uma única suposição matemática.

A imagem de Reynolds estilizada no momentos finais do episódio. (Foto: Reprodução)

Neste ponto aparece Reynolds. Sem um nome, apenas um exímio jogador de cartas, que por meio delas, explica para o assassino e as agentes do FBI, que tudo é mais fácil do que parece ser, dando embasamento para os pensamentos de Reyes.

É um episódio leve, com uma ótima trilha sonora e boas pitadas de humor. No melhor estilo de “ver para crer”, Scully (Gillian Anderson) e John Doggett (Robert Patrick), duvidam dos meios esotéricos utilizados por Reyes. Para muitos Burt Reynolds estaria fazendo o papel de Deus, o que poderia explicar a frase “Dio te ama” no lugar da tradicional “The truth is out there”. A cena final mostra o rosto de Reynolds estilizado nas ruas da cidade.

 


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Jornalista fã de corridas, Stephen King e Arquivo X, e tudo que envolva terror e escuridão...