/CRÍTICA | Alfa apresenta de forma simples uma ótima trama sobre amizade

CRÍTICA | Alfa apresenta de forma simples uma ótima trama sobre amizade

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Com direção de Albert Hughes (O livro de Eli), Alfa estará nos cinemas a partir do dia 6 de setembro e conta a história de Keda, filho do chefe de uma tribo que precisa sobreviver em meio a um cenário selvagem após se perder durante a grande caçada. Com uma trama com narrativa simples, mostra de forma atrativa como o jovem começa uma relação de amizade com um lobo.

O filme realmente cumpre o que promete desde o começo: mostrar como se iniciou a amizade entre o homem e os lobos. O começo parece uma trama de tribo arrastada, mas se mostra preciso no decorrer do filme pois para se entender Keda seria necessário entender de onde ele pertencia e quem ele era. O personagem de seu pai, interpretado por Jóhannes Haukur Jóhannesson, é fundamental para se explicar a história e a personalidade de Keda, bem interpretado por Kodi Smit-McPhee.

A linguagem usada no filme parece simples, assim como os efeitos sonoros, mas foi muito bem pensada por seus roteiristas, pois a história remete a um tempo em que a comunicação era algo simples. A ideia de se criar uma língua usada somente pela tribo também é de ser elogiada, pois passa ao telespectador a ideia ainda mais forte do quão significativo era pertencer a uma tribo.

Os efeitos visuais do filme são de encher os olhos em partes. A natureza é mostrada de forma pura, mas selvagem com a presença de todos os tipos de animais e fenômenos da natureza. Infelizmente, em alguns momentos fica muito claro o uso da tecnologia para efeitos especiais, o que não era de esperar em um filme com outros momentos tão bem editados.

Apesar disso, Alfa é um ótimo filme para se assistir com amigos ou família e ensina ótimas coisas sobre amizade, lealdade e empatia. Se apreciar uma boa história com excelente imagem é sempre um bom convite para se fazer a qualquer pessoa.


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