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Sucessos oscilantes, mas Blumhouse Films está no caminho certo

Sucessos oscilantes, mas Blumhouse Films está no caminho certo
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Os filmes da Blumhouse nem sempre têm sucesso, mas eles estão fazendo algo certo

Poucos estúdios em Hollywood têm o histórico de sucessos que a Blumhouse tem. Jason Blum tem repetidamente guiado uma nova sensação de horror moderno atrás da outra, com títulos como “The Purge”, “Happy Death Day” e a última sequência de filmes de “Halloween”, todos lançados sob a bandeira de sua empresa. Este estúdio é conhecido por fazer filmes baratos e com uma mentalidade engenhosa. Ao realizar tal prática, eles desenvolveram uma reputação um tanto duvidosa por fazer filmes medíocres e pegajosos, que buscam apenas ganhar dinheiro – o último título deles, “Night Swim”, não está se saindo muito bem nas bilheterias ou com os críticos. Embora possa haver alguma verdade nisso em alguns de seus lançamentos, em outros momentos, os melhores projetos da Blumhouse são ótimos para dar aos diretores visionários a liberdade criativa de capitalizar em suas limitações.

A Blumhouse teve seus altos e baixos, mas continua arriscando em novos diretores, desde Rob Savage até Bryce McGuire. Essa disposição de apostar em talentos emergentes é uma das coisas que a Blumhouse faz certo. Eles têm uma reputação de dar oportunidades para diretores menos conhecidos e permitir que eles demonstrem seu potencial. Isso resultou em filmes inovadores e emocionantes que se destacam na indústria do cinema.

Um exemplo disso é o diretor Rob Savage, conhecido por seu filme de terror “Host”. Ele foi descoberto pela Blumhouse e teve a oportunidade de fazer um filme de longa-metragem após o sucesso de seu curta-metragem “Dawn of the Deaf”. “Host” foi lançado durante a pandemia e se tornou um sucesso surpreendente, recebendo reconhecimento internacional e se tornando uma sensação entre os fãs de cinema de terror. A Blumhouse conseguiu identificar o talento de Savage e confiar nele para criar um filme de qualidade, mesmo com recursos limitados.

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Outro exemplo é Bryce McGuire, que dirigiu o filme de suspense “The Vigil”. Sua abordagem única para a narrativa e seu estilo visual impressionante chamaram a atenção da Blumhouse, que lhe concedeu a oportunidade de dar vida a sua visão. “The Vigil” recebeu críticas positivas e se destacou como um exemplo de cinema independente bem-sucedido.

Esses são apenas dois exemplos de como a Blumhouse dá espaço para diretores talentosos e visionários. Eles não têm medo de arriscar em novas vozes e oferecem aos diretores a liberdade criativa necessária para criar filmes únicos e impactantes. Isso é algo que muitos estúdios de Hollywood não costumam fazer, muitas vezes preferindo seguir fórmulas comprovadas e jogar pelo seguro.

Embora nem todos os filmes da Blumhouse sejam bem-sucedidos, é preciso reconhecer o mérito da abordagem do estúdio de apostar em novos talentos. É essa disposição de correr riscos que tem permitido que diretores emergentes brilhem e tragam novas perspectivas para o gênero de horror. A Blumhouse continua sendo uma das principais forças no cinema de terror, e sua disposição de dar liberdade criativa aos diretores é uma das razões pelas quais eles têm sido tão bem-sucedidos.