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Whoopi Goldberg critica governo por falta de clareza sobre caso Pretti

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**A Reação da ‘The View’ Sobre a Morte de Alex Pretti**

No dia 27 de janeiro de 2026, os co-apresentadores de “The View” voltaram a discutir a trágica morte de Alex Pretti, um enfermeiro de Minneapolis que foi morto por um agente do ICE. A conversa focou na reação da administração de Donald Trump ao incidente e às críticas que surgiram em resposta a declarações feitas por oficiais sobre a vítima.

Whoopi Goldberg, uma das co-apresentadoras, comentou sobre a maneira como a Casa Branca lidou com a situação, afirmando: “Quando eu digo que ontem a Casa Branca estava fazendo controle de danos, é isso que eu quero dizer. Eles estavam dançando em torno disso.” A declaração foi seguida pela exibição de um clipe onde a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, se recusa a concordar com comentários de figuras como Stephen Miller, que chamou Pretti de “assassino” e “terrorista”. Goldberg acrescentou: “Ela claramente não leu nada que o presidente tinha a dizer. Ela perdeu tudo.”

Os co-apresentadores também discutiram as novas informações que surgiram, incluindo que Greg Bovino, que supervisionava a aplicação da imigração em Minneapolis, teria sido afastado de suas funções e agora está prestes a se aposentar. Além disso, ficou claro que Trump adotou um tom diferente em conversas com o governador Tim Walz e o prefeito Jacob Frey em relação à situação local.

Alyssa Farah Griffin expressou preocupação de que a Casa Branca estivesse tratando o problema como um mero desafio de comunicação, em vez de enfrentar questões mais estruturais: “O que não acreditamos é em infringir os direitos da Primeira Emenda, manter bancos de dados de manifestantes, e chamar cidadãos de ‘terroristas’ sem justificativa.”

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Ana Navarro, outro membro do painel, não hesitou em imputar a responsabilidade diretamente a Trump. Em seu discurso, ela afirmou que a escalada da situação começou com alegações de fraude entre somalis e evoluiu para uma ocupação e um clima de terror em Minneapolis. “Donald Trump possui isso. A reação da administração ao homicídio de um cidadão americano foi chamar a vítima de terrorista doméstico e criar um ambiente de terror em uma cidade americana.”

Sunny Hostin trouxe um ar de esperança, apontando que os promotores locais estão revisando o caso para decidir sobre uma possível acusação estadual, o que impediria Trump de conceder um perdão ao agente envolvido. Em um momento mais reflexivo, Sara Haines falou sobre os efeitos do noticiário intenso na saúde mental do público, encorajando todos a se desconectarem um pouco e a se concentrarem em ações locais e de apoio entre amigos e vizinhos.

“Estamos em um ponto onde o jornalismo diário parece nos desgastar e nos fazer sentir impotentes,” disse Haines, lembrando a todos que cuidar da saúde mental é tão importante quanto cuidar do que ocorre ao nosso redor.

A conversa durou mais de 30 minutos, com um foco claro na necessidade de mudanças reais e significativas no tratamento de questões de imigração e direitos civis nos Estados Unidos.

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