A estreia de The Social Reckoning bilheteria gerou grande surpresa no circuito de cinemas dos Estados Unidos neste final de semana. O novo projeto escrito e dirigido por Aaron Sorkin chegou às telonas como uma continuação espiritual de A Rede Social, clássico lançado em 2010. Contudo, os números iniciais ficaram consideravelmente abaixo das projeções da indústria cinematográfica.
O longa arrecadou aproximadamente 6 milhões de dólares em seu fim de semana de lançamento no mercado doméstico. O resultado preocupa a Sony Pictures, visto que a obra contou com um orçamento de produção divulgado em 40 milhões de dólares. Como base de comparação, A Rede Social abriu com 22 milhões de dólares no mercado interno e encerrou sua trajetória global com expressivos 225 milhões de dólares.
O que você vai encontrar aqui:
Desempenho modesto e recepção mista da crítica
O desempenho de The Social Reckoning bilheteria reflete a divisão entre os especialistas de cinema. O longa estreou com apenas 54% de aprovação no agregador Rotten Tomatoes. O consenso do site aponta a trama como uma crítica relevante à presença das redes sociais modernas, mas observa que o alerta parece chegar tarde demais e perde força quando comparado à obra-prima dirigida por David Fincher anos atrás.
A ausência de Fincher no comando e o elenco totalmente reformulado parecem ter pesado no interesse dos cinéfilos. Em 2010, Sorkin levou o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado em um filme amplamente premiado e aclamado pelo público. Desta vez, assumindo também a cadeira de direção, o cineasta não conseguiu recriar a mesma comoção artística ou atrair o público em massa para as salas de exibição.
Enredo e atuações de peso no Vale do Silício
A narrativa é baseada nas revelações conhecidas historicamente como The Facebook Files. A trama acompanha a aliança entre Frances Haugen, engenheira da plataforma vivida por Mikey Madison, e Jeff Horwitz, jornalista investigativo interpretado por Jeremy Allen White. Juntos, eles se articulam para expor ao mundo segredos e mecanismos corporativos internos de uma das empresas de tecnologia mais ricas e controversas do planeta.
Outro ponto bastante discutido antes do lançamento foi a interpretação de Mark Zuckerberg por Jeremy Strong. O papel rendeu uma indicação ao Oscar a Jesse Eisenberg na obra de 2010. Desta vez, embora a atuação metódica de Strong tenha chamado atenção nas redes, as resenhas notaram que o executivo não é o verdadeiro centro da história, deixando o ator com espaço limitado para brilhar na trama.
O revés comercial de The Social Reckoning bilheteria
O início morno de The Social Reckoning bilheteria coloca em xeque o apelo desse subgênero dramático corporativo sem suas estrelas originais. Os números do fim de semana ficaram inclusive abaixo de outros projetos recentes, como a cinebiografia de Bruce Springsteen estrelada por White, que abriu com 8 milhões de dólares.
O resultado comprova que o selo de sequência espiritual nem sempre garante relevância automática nos cinemas. Sem o apelo visual de David Fincher e diante de avaliações medianas, o novo filme de Aaron Sorkin terá dificuldades para recuperar seu investimento ao longo das próximas semanas nas bilheterias mundiais.
Filmes, séries, músicas, bandas, clipes, trailers, críticas, artigos, uma odisseia. Quer divulgar o seu trabalho? Mande seu release pra gente!
