24 Anos Atrás, Rockstar Games Tentou Lançar seu Próprio GTA Killer
Em 2001, a Rockstar Games, então conhecida como DMA Design, revolucionou a indústria dos videogames com o lançamento de Grand Theft Auto III. Esse título se tornou um marco na história com seu mundo aberto e gameplay inovador, rapidamente ganhando a atenção de jogadores e críticos. O sucesso estrondoso de GTA III influenciou muitos desenvolvedores a tentarem criar seus próprios “GTA Killers”, jogos que prometiam capturar a mesma magia. Curiosamente, uma dessas tentativas veio da própria Rockstar, que lançou State of Emergency em 2002, apenas um ano após a estreia de GTA III.
O que é State of Emergency?
State of Emergency se destacou ao introduzir um estilo de combate beat ‘em up, em contrapartida à liberdade de ação que GTA III oferecia. Aqui, os jogadores eram convidados a mergulhar em um cenário de caos, lutando de perto contra inimigos em vez de vagar livremente pelo mundo. Apesar de ser uma resposta ao apelo por mais ação, State of Emergency não conseguiu alcançar o mesmo status de sua contraparte maior. No entanto, o jogo proporcionou uma experiência divertida e caótica, mesmo que tenha se perdido ao longo dos anos na memória coletiva.
Polêmica e Controvérsia
Uma das características marcantes de State of Emergency foi sua capacidade de gerar controvérsia. Durante seu ciclo de pré-venda, o estado de Washington chegou a criticar o jogo, alegando que ele se assemelhava demasiado aos distúrbios ocorridos na reunião da Organização Mundial do Comércio em Seattle em 1999. O jogo gira em torno de um grupo que se opõe a um regime corporativo totalitário chamado American Trade Organization (ATO), colocando os jogadores no meio de uma revolta nacional. O nível de violência e a forma como se apresenta questões sociais foram um ponto
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