O Filme “Cop Land” e o Quase Fim da Carreira de Sylvester Stallone
Sylvester Stallone, um ícone do cinema de ação, enfrentou uma das fases mais difíceis de sua carreira na década de 90. Após sucessos estrondosos nas décadas anteriores, como “Rocky” e “Rambo”, seu prestígio começou a despencar com a sequência de fracassos, como “Judge Dredd”, “Assassins” e “Daylight”. As bilheteiras já não o sorriam mais, e a crítica o olhava com desdém. Em meio a esse cenário desolador, surgiu a oportunidade de participar de “Cop Land”, um filme que não apenas desafiaria sua imagem como também quase selaria seu destino em Hollywood.
Uma Nova Abordagem: O Papel de Freddy Heflin
Stallone foi convidado para interpretar Freddy Heflin, um xerife de uma cidade do Novo Jersey que se vê preso em meio à corrupção da polícia de Nova York, representada por figuras como o tenente Ray Donlan, vivido por Harvey Keitel. Para se distanciar dos heróis musculosos que costumava interpretar, Stallone decidiu colocar 40 quilos a mais para dar vida a esse personagem que se sente impotente e sufocado por suas limitações. A dedicação ao papel foi enorme, mas a recepção do filme não correspondeu às expectativas.
O Lançamento e as Consequências
Lançado em agosto de 1997, “Cop Land” não conseguiu gerar a badalação necessária para garantir reconhecimento na temporada de premiações, já que seu lançamento em um período menos propício para filmes de prestígio diminuiu seu impacto. Embora a crítica tenha reconhecido a performance de Stallone como um de seus melhores trabalhos, a arrecadação nas bilheteiras foi apenas razoável, o que perpetuou a ideia de que sua estrela estava em
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