**O potencial da Red She-Hulk no MCU através de Brave New World**
O universo cinematográfico da Marvel (MCU) recentemente fez algumas jogadas ousadas ao apresentar novos personagens e enredos intrigantes. Um exemplo notável disso é a introdução de Thaddeus “Thunderbolt” Ross, interpretado por Harrison Ford, junto com o retorno de Betty Ross, vivida por Liv Tyler, no filme “Capitão América: Brave New World”. Esses desenvolvimentos abrem portas significativas para o surgimento da Red She-Hulk em futuras produções da Marvel, seguindo um caminho interessante e fiel aos quadrinhos.
**A transformação de Ross em Red Hulk**
Na narrativa de “Brave New World”, o Red Hulk fez sua aparição durante o clímax do filme, onde mostrou seu poder devastador, mas seu papel é modificado em relação aos quadrinhos. Enquanto nos quadrinhos, a transformação de Ross em Red Hulk ocorre mediante um experimento feito pelo vilão conhecido como Líder, no filme isso acontece de maneira diferente. O Líder, que tem sua essência no filme e nos quadrinhos, é quem provoca a transformação das pílulas de Ross ao adicioná-las com radiação gama. Essa abordagem pode criar uma conexão interessante para a introdução da Red She-Hulk no MCU.
**A origem da Red She-Hulk nos quadrinhos**
Betty Ross, na forma de Red She-Hulk, foi apresentada pela primeira vez em “Hulk #15”, em 2009, criada pela dupla Jeph Loeb e Ed McGuinness. Sua origem é marcante: a Intelligencia, um grupo que inclui vilões como Líder e M.O.D.O.K., ressuscita Betty, a manipula e a submete a um processo semelhante ao que transformou seu pai em Red Hulk, resultando na criação da Red She-Hulk. Eventualmente, Betty consegue libertar-se do controle mental e se tornar uma personagem robusta dentro do universo Marvel.
**O potencial narrativo para Red She-Hulk no MCU**
Com a conclusão de “Brave New World”, a situação de Betty Ross a posiciona perfeitamente para uma transformação em Red She-Hulk. Ao final do filme, seu pai está preso, e isso pode servir como um catalisador para uma mudança em sua moralidade, levando-a a atuar como uma anti-heroína. “Eu lutarei para resgatar meu pai, não importa o custo,” poderia ser uma reflexão dela em um possível enredo, mostrando essa jornada emocional que reflete sua inclusão como uma nova heroína no MCU.
Uma abordagem direta e fiel aos quadrinhos poderia ser a volta do Líder, que poderia manipular Betty novamente, transformando-a em Red She-Hulk e até mesmo forçando-a a confrontar seu pai. Essa reviravolta traria um peso dramático à história, considerando que as memórias de Betty são o que ajudou Ross a recuperar o controle durante sua fase como Red Hulk.
**Possibilidade de uma equipe Red Hulk e Red She-Hulk**
Outro aspecto excitante seria a possibilidade de uma equipe entre Red Hulk e Red She-Hulk, que poderia se alocar nas próximas produções da Marvel, como “Avengers: Secret Wars”. O reencontro emocional entre Betty e seu pai como Red Hulk adicionaria uma camada de complexidade que os fãs tanto apreciam. O que começou como uma adversidade se transforma em colaboração, reforçando os laços familiares e a dinâmica entre os personagens.
**O futuro da Red She-Hulk na Marvel**
Embora “Brave New World” não tenha trazido muitas características marcantes, o potencial da Red She-Hulk permanece palpitante. A pergunta que resta é qual projeto da Marvel permitirá que a história da Red She-Hulk se desenrole da melhor forma. A presença de Liv Tyler como Betty Ross no final de “Brave New World” sugere que sua transformação será uma parte inevitável do futuro do MCU, preenchendo a lacuna de trazer novos rostos com narrativas intrigantes que respeitam seus passados nos quadrinhos.
“Capitão América: Brave New World” está disponível para streaming, e os fãs certamente estarão atentos às conexões que essa nova fase da Marvel trará em futuros títulos.
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