**Os Conners e os Questões Não Resolvidas com Roseanne**
Os produtores executivos de “The Conners” têm algumas histórias de bastidores e momentos que lamentam não ter explorado. Um dos mais contundentes é a ausência de Martin Mull, que interpretou Leon Carp na série original “Roseanne”. Bruce Helford, um dos produtores, expressou sua tristeza ao afirmar que Mull faleceu antes que pudessem trazê-lo de volta à trama: “Martin Mull passou antes que tivéssemos a chance de trazê-lo de volta como Leon”, lamenta.
Além de Mull, outro nome que chamou a atenção foi o de Johnny Galecki, conhecido por seu papel como David na série. “Teríamos gostado que Johnny voltasse após a segunda temporada, mas respeitamos sua decisão”, conta Helford. A negociação com George Clooney, que teve um papel menor na série original, também não deu certo. “Nunca conseguimos Clooney! Não sei o que ele estava fazendo que era mais importante”, disse Dave Caplan, outro produtor executivo.
Helford também comentou sobre a situação com Clooney, revelando que eles tentaram entrar em contato com ele várias vezes. Clooney teria dito algo como: “Vocês sabem que eu adoraria, mas se eu fizer para vocês, eu teria que fazer para todos com quem já trabalhei em programas de TV, porque seria errado não fazer”. Isso gerou uma série de especulações sobre a possibilidade do ator retornar.
Os produtores comentaram ainda sobre a relação com os outros personagens da série, como a mãe de Darlene, interpretada por Estelle Parsons. Apesar de terem conseguido trazer Parsons de volta para doze episódios desde o retorno de “Roseanne” em 2018, eles não conseguiram integrá-la na temporada final. “Fomos muito afortunados por tê-la de volta, mas não conseguimos trazê-la para esta”, afirmou Helford.
Com a série chegando ao fim, os fãs podem se perguntar se haveria mais voltas de personagens icônicos. A série final de “The Conners” está marcada para ser exibida na quarta-feira, e os temas levantados pelos produtores prometem dar um toque especial e emocional ao encerramento da história.
O que parecia ser um fechamento para a trama de “The Conners” pode abrir novos diálogos sobre passagens não exploradas e a força dos laços familiares na ficção, mesmo com as ausências marcantes que a produção lamenta.
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