O Sucesso de “Sinners” e “Weapons”: Uma Reflexão de Jason Blum sobre o Futuro do Horror
O ano de 2025 trouxe ao público duas grandes surpresas dentro do gênero horror: “Sinners”, um projeto ousado de Ryan Coogler que combina a era do jazz com vampiros, e “Weapons”, dirigido por Zach Cregger, que explora a bruxaria suburbana. Ambas as produções são notáveis por serem provenientes de conceitos originais, uma raridade nos cinemas atualmente. “Sinners” teve um orçamento de $100 milhões, enquanto “Weapons” foi realizado com um custo bem mais baixo de $38 milhões. Apesar das variações orçamentárias, os dois filmes se destacaram nas bilheteiras, o que é especialmente impressionante, considerando que são originais e não se apoiam em franquias existentes.
Entretanto, essa onda de sucesso levanta questionamentos sobre o estado atual do gênero horror, e Jason Blum, o fundador da produtora Blumhouse, oferece uma perspectiva intrigante. Blum acredita que o fato de apenas dois filmes de horror terem alcançado grande sucesso em um único ano é uma indicação de um problema maior no cenário do gênero. Historicamente, o horror sempre teve uma presença sólida e duradoura no cinema de Hollywood, conseguindo atrair públicos e gerar lucro para estúdios a um custo relativamente baixo. Para ele, o cenário atual é alarmante, refletindo uma queda no número de produções de sucesso.
O Que Blum Está Observando no Mercado de Horror?
Blum comenta que, em anos anteriores, era comum ver cinco ou seis lançamentos de horror se destacando. Por exemplo, no auge de sua produtora na década de 2000, títulos como “Paranormal Activity” e “Insidious” se tornaram fenômenos de bilheteira, retornando milhões em investimentos ínfimos. Um contraste curioso é que
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