5 Razões Pelas Quais a Linha do Tempo Kelvin de Star Trek Não Deu Certo
Após anos de especulações e esperanças, finalmente é hora de dar um adeus à linha do tempo Kelvin, que reviveu o universo de Star Trek para uma nova geração. Depois de quase uma década, desde a última aparição de Chris Pine como o Capitão Kirk em “Star Trek Beyond” (2016), a Paramount confirmou que o futuro da franquia não seguirá mais por esse caminho. Com a recente fusão da Paramount com a Skydance e novas lideranças, a empresa está trabalhando em um novo filme de Star Trek, que não incluirá o elenco da linha Kelvin. Com isso, devemos analisar as razões pelas quais essa reinterpretação da clássica saga não se concretizou como esperado.
1. Os Filmes Ficaram Muito Caros
Star Trek, um ícone da cultura pop iniciado nos anos 60, sempre teve suas raízes na televisão. Embora os filmes tenham mostrado um apetite forte, especialmente com “Star Trek: A Nova Geração”, eles sempre prosperaram em orçamentos medianos. A linha Kelvin começou bem, mas logo os custos se elevaram. O primeiro filme (2009) teve um orçamento de cerca de 140 milhões de dólares e arrecadou 386,8 milhões mundialmente, um desempenho bom, mas não excepcional. O segundo filme, “Star Trek Into Darkness”, arrecadou 467,3 milhões, mas custou quase 190 milhões. Por outro lado, “Star Trek: First Contact” foi feito por apenas 45 milhões e lucrou 150 milhões. Com os altos custos da linha Kelvin, a possibilidade de continuar essa saga se tornou financeiramente arriscada, especialmente em um mercado onde os cinemas ainda tentam se recuperar da pandemia.
2. A Franquia Estava Prosperando na TV
Em 2016, quando “Star Trek Beyond” foi lançado, a Paramount estava diante de
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