Uma nova e provocante fase na história da Mulher-Maravilha se inicia com a chocante morte de dois heróis icônicos do Universo DC. Nos acompanhando na série principal da Mulher-Maravilha, testemunhamos os esforços de Diana para derrubar o Soberano, o rei secreto da América. Com o auxílio de seus amigos e aliados, ela conseguiu depô-lo, mas isso foi apenas o começo de uma narrativa obscura e cheia de reviravoltas.
A atual série da Mulher-Maravilha vem insinuando um futuro tenebroso, onde a filha do Soberano busca vingança pela queda de seu pai. Em “Wonder Woman” #25, conhecemos Lyssa, também conhecida como a Matriarca, filha do Soberano e de Emelie, uma Amazona. Embora ainda um bebê na linha do tempo atual, no futuro, Lyssa se tornará uma poderosa conquistadora que não apenas irá subjugar o governo americano, mas também eliminar a maioria dos grandes membros da Liga da Justiça, deixando apenas um punhado de heróis remanescentes.
As mortes de Jon Kent e Damian Wayne marcam o início do que foi chamado de “Guerra das Maravilhas”. A edição “Wonder Woman” #31, escrita por Tom King e ilustrada por Daniel Sampere, nos leva 20 anos adiante, em uma Metropolis que já não é mais protegida pelo Superman, mas sim dominada pela Matriarca. Lex Luthor, sempre com seus planos traiçoeiros, está vivo e tramando um atentado contra a Matriarca com a ajuda de Elizabeth Marston Prince, Jon Kent e Damian Wayne, os filhos dos heróis originais.
Enquanto a Matriarca se prepara para sua cerimônia, o trio discute um plano de assassinato. Lex se aproxima dela com a lendária espada God Killer, mas a operação falha devido à traição de Luthor. No clímax do evento, a Matriarca usa um anel de poder que, na verdade, é feito de kryptonita, para desferir um golpe mortal no Superman. Em uma explosão de fúria, Damian tenta salvar seu amigo, mas acaba sendo impalado pela Matriarca em um ato brutal.
Essas mortes, embora impactantes no futuro, não afetam diretamente a linha do tempo atual. Porém, elas têm um peso emocional profundo para Elizabeth, que considera Jon e Damian como irmãos. Em um mundo já devastado pela tirania de Lyssa, a perda deles se torna um dos maiores golpes que ela já sofreu.
A tragédia das mortes de Jon e Damian não foi em vão. Nos momentos finais da batalha, a equipe havia trocado a verdadeira espada por uma cópia, permitindo que ela caísse nas mãos de Wonder Woman. O horizonte parece sombrio, com a expectativa de que Diana enfrente a Matriarca em uma batalha decisiva. A posse da espada God Killer pode ser a chave para uma vitória necessária contra a opressão estabelecida por Lyssa.
A dor e a perda dos amigos não apenas personalizam o conflito de Elizabeth contra a Matriarca, mas também intensificam os stakes dessa luta. Embora certos eventos nas histórias em quadrinhos possam parecer sem consequências, as mortes de Jon e Damian têm um profundo significado para a narrativa, preparando o terreno para um confronto épico que pode redimir e restaurar a esperança no universo de DC.
As reviravoltas e as consequências emocionais dessa saga tornam-se um reflexo da luta interna de Elizabeth e do que ela deve sacrificar para derrotar uma inimiga tão implacável. No final, fica a expectativa de como a nobreza e a história de Wonder Woman serão afetadas por esses dramáticos eventos, estabelecendo um novo capítulo para todos os heróis e para a luta entre o bem e o mal.
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