**Mistérios em Star Wars: Skeleton Crew**
A série “Star Wars: Skeleton Crew” tem cativado seus espectadores com mistérios intrigantes. Com um enredo que evoca a essência de “Os Goonies”, a série apresenta uma narrativa repleta de enigmas que atraem os fãs. O maior deles gira em torno do planeta At Attin, revelado ao longo do terceiro episódio. As crianças da trama e seu guardião Jod Na Nawood aprendem com um alienígena parecido com uma coruja, chamado Kh’ymm, que At Attin é um dos “Jóias da Velha República”, um conjunto de nove mundos escondidos da galáxia por uma entidade desconhecida. Kh’ymm afirma ainda que, desses nove, oito foram encontrados e destruídos.
No quarto episódio, os jovens protagonistas visitam um planeta que parece ser At Attin quando vistos de longe. Contudo, ao pousarem, se deparam com uma realidade completamente diferente. O mundo está em ruínas e logo eles se veem no meio de um conflito entre duas facções, os Troix e os Hattans. É então que decifram que estão na verdade em At Achrann, não em At Attin. Neste novo cenário, descobrem sobre um local chamado Fallen Sanctum, que os leva a muitas novas revelações sobre o mistério central envolvendo At Attin e os outros destinos dos “Jóias”.
**O Fallen Sanctum e suas Revelações**
O Fallen Sanctum é instantaneamente familiar para as crianças, pois sua estrutura é semelhante à Torre do Supervisor em At Attin. O mais curioso é que At Achrann se apresenta como uma cópia exata de At Attin, exceto pelo estado de destruição, sugerindo que essas “Joias” foram criadas para serem idênticas entre si. Essa descoberta levanta questões sobre se essas Jóias estariam ligadas a algum tipo de experimento. As diferenças sociais entre At Attin, um mundo pacífico, e At Achrann, uma terra devastada pela guerra, poderiam indicar que algo grotesco ocorreu em sua criação.
O primeiro indício de que essa hipótese possa ser verdadeira é que, embora os mundos tenham sido encontrados e atacados, isso não significa que tenham sido completamente destruídos. Muitas vezes, tesouros eram escondidos e as infraestruturas atacadas deixavam as populações à mercê do caos. Essa linha de raciocínio explica bem a situação de At Achrann, onde a civilização sucumbiu a um novo regime focado na sobrevivência.
Além disso, a ideia de que At Achrann foi feito à imagem de At Attin levanta a questão: se um era destinado à paz e o outro à guerra, por que copiar tantos detalhes? O nome dado a esses mundos, as “Jóias da Velha República”, nos dá uma pista valiosa sobre sua verdadeira natureza: locais que poderiam ter sido usados para o armazenamento de riqueza e preservação da cultura da República.
**O Supervisor e o Mistério dos Coordenadas**
Uma parte intrigante da narrativa é a sala superior do Fallen Sanctum, que contém coordenadas e nomes de outras “Jóias”, mas o que era para ser a localização de At Attin foi destruído. O andróide SM-33, encontrado pelas crianças, revela que destruiu esses dados e eliminou a tripulação que tinha conhecimento deles, exceto pelo capitão. Este capitão teria então ordenado que SM-33 esquecesse as coordenadas, levantando mais mistérios sobre sua identidade.
Todo esse cenário sugere que o Supervisor pode estar conectado a um esforço para esconder At Attin de piratas ou outros invasores, mantendo seu segredo e possivelmente eliminando qualquer um que pudesse revelar a verdade.
“Star Wars: Skeleton Crew” se passa na era da Nova República e, com isso, a tecnologia encontrada nas “Jóias” aponta para um tempo anterior, possivelmente da Alta República. Os eventos da série acontecem em um passado que, embora não tenhamos certeza de quando exatamente, com certeza ocorreu antes da formação do Império. O que nos resta agora é acompanhar a série e desvendar os mistérios que ainda estão por vir.
“Star Wars: Skeleton Crew” vai ao ar na Disney+ às terças-feiras, às 21h ET.
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