**Michael Bay move um processo de 1,5 milhão de dólares sobre comercial do Super Bowl “roubado”**
Neste ano, o Super Bowl não trouxe apenas emocionantes jogadas, mas também comerciais que sempre chamam a atenção do público. Um dos destaques é um anúncio da Cadillac que revela sua nova equipe de Fórmula 1, mas agora a empresa se vê envolvida em uma polêmica. O diretor Michael Bay, conhecido por seus filmes de ação explosivos, entrou com uma ação judicial de 1,5 milhão de dólares contra a montadora, alegando que suas ideias foram copiadas sem permissão.
De acordo com o que foi alegado, Bay foi contatado no dia 28 de novembro de 2025 por Dan Towriss, proprietário e CEO da nova equipe da Cadillac. Towriss se comunicou através de uma agência de publicidade terceira, o que deixou Bay cauteloso, pois ele temia que a agência tentasse “extrair ideias” dele para depois passá-las para diretores mais novos e baratos. Entretanto, Towriss assegurou: “Estou pagando por este comercial do Super Bowl, então a Cadillac e eu estamos no controle.”
**O Envolvimento de Bay e a Quebra de Contrato**
O diretor apresentou aos seus novos clientes trechos de seus filmes para demonstrar seu estilo, incluindo cenas de “Armageddon” e “Transformers 3”. O executivo Towriss ficou animado com as ideias de Bay. Enquanto estava ocupado com filmes para grandes estúdios como Apple e Amazon, ele se ofereceu para deixar tudo de lado a fim de assegurar que o comercial fosse finalizado a tempo do Super Bowl. Towriss respondeu: “Ok, vamos começar”.
Em dezembro de 2025, a equipe de Bay planejou filmar em uma pista de aeroporto, mas em 11 de dezembro, um produtor freelancer enviou uma mensagem a Bay informando que a agência tinha decidido seguir por um “caminho diferente” e usar outro diretor para finalizar o comercial. Ao receber um material promocional do anúncio, Bay descobriu que continha elementos específicos que ele havia sugerido, como “chrome dourado brilhante e altamente refletivo”.
**As Alegações e o Que Esperar do Processo**
O processo alega que a Cadillac envolveu Bay de maneira a criá-lo de forma persuasiva, com Towriss afirmando que queria contratar “o diretor mais americano que pudesse encontrar” para criar o comercial. O valor de 1,5 milhão de dólares do processo é baseado na taxa padrão do diretor e nos custos para Bay e sua equipe, além de buscar também danos punitivos.
A questão principal que pode ser debatida é se a ideia de usar elementos como brilho e chrome é suficientemente original para formar a base do processo, que inclui alegações de quebra de contrato verbal e fraude. No final das contas, cabe ao tribunal decidir o desenrolar deste caso interessante e peculiar no mundo da publicidade e do entretenimento.
Enquanto os fãs aguardam o desfecho, o comercial da Cadillac vai ao ar, aproveitando o crescente interesse pela Fórmula 1, especialmente após o sucesso de um filme recente sobre o esporte. E mesmo que Bay não tenha sido o responsável pela direção deste comercial, a sua luta agora é para garantir reconhecimento e compensação por seu trabalho criativo.
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