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Lucy Hale e Nat Wolff merecem mais em ‘Which Brings Me to You’

Lucy Hale e Nat Wolff merecem mais em 'Which Brings Me to You'
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Resenha de “Which Brings Me to You” — Lucy Hale e Nat Wolff Merecem Melhor

Em meio a uma era em que o romance como gênero é mais popular do que nunca, o ressurgimento das comédias românticas deveria ser um sucesso garantido. O filme “Anyone But You”, estrelado por Glen Powell e Sydney Sweeney, surpreendentemente se tornou um sucesso de bilheteria, apesar de críticas mistas, e a Netflix praticamente se tornou uma indústria de comédias românticas sazonais e não sazonais. Com a esperança de se juntar às fileiras das comédias românticas modernas está “Which Brings Me To You”, estrelado por Lucy Hale – presença constante nas comédias românticas contemporâneas – e Nat Wolff, como duas pessoas com passados românticos complicados que se conhecem ao longo de 24 horas após um encontro fracassado. Embora a premissa seja fofa e inteligente, na execução, o filme acaba se afundando em sua história, impedindo que a química significativa entre Hale e Wolff brilhe.

“Which Brings Me to You” conta a história de Holly (Lucy Hale), uma romântica incurável que trabalha como anfitriã de um programa de rádio sobre relacionamentos. Após um encontro desastroso com um homem chamado Rob (Nat Wolff), a vida de Holly sofre uma guinada quando ele decide ficar ao seu lado durante 24 horas. O filme promete explorar o encontro inesperado desses dois personagens e como eles descobrem mais sobre si mesmos e uns sobre os outros ao longo do tempo.

Infelizmente, “Which Brings Me to You” não consegue cumprir suas promessas. O roteiro é desajeitado e desinteressante, deixando pouco espaço para o desenvolvimento dos personagens. A história não tem profundidade e os diálogos são previsíveis e pouco cativantes. Os atores, Hale e Wolff, merecem um material melhor para mostrar seus talentos, mas são limitados pelo roteiro medíocre.

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A química entre Hale e Wolff é notável, mas é desperdiçada pela falta de um roteiro sólido. Os momentos de conexão entre os personagens são breves e não recebem o tempo necessário para se desenvolverem de forma satisfatória. A relação entre Holly e Rob poderia ter sido explorada mais profundamente, criando um vínculo emocional genuíno entre eles. No entanto, o ritmo acelerado do filme não permite que essa ligação se torne recompensadora para o público.

Além de sua história fraca, “Which Brings Me to You” apresenta problemas de ritmo. As cenas se arrastam desnecessariamente, tornando o filme cansativo e pouco envolvente. Há momentos em que o enredo parece perdido e não sabe para onde ir, e a falta de foco prejudica ainda mais a experiência do espectador.

No geral, “Which Brings Me to You” é uma decepção no gênero romântico. Embora tenha potencial e um elenco talentoso, o filme não consegue aproveitar essas qualidades. A falta de um roteiro sólido e a má execução prejudicam a experiência como um todo. Seria interessante ver Hale e Wolff em um projeto mais bem escrito e desenvolvido, que lhes permitisse mostrar todo o seu potencial como atores. Infelizmente, neste caso, eles são deixados desperdiçados em um filme que não consegue aproveitar ao máximo suas habilidades.

Em conclusão, “Which Brings Me to You” é uma comédia romântica que deixa muito a desejar. Apesar dos esforços de seu elenco talentoso, o filme é prejudicado por um roteiro fraco e uma execução insatisfatória. Esperamos que Lucy Hale e Nat Wolff tenham a chance de brilhar em projetos futuros que façam jus ao seu potencial como atores.

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