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Lacunas na trilogia do Cavaleiro das Trevas que intrigam fãs

Lacunas na trilogia do Cavaleiro das Trevas que intrigam fãs
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A trilogia do Cavaleiro das Trevas, dirigida por Christopher Nolan, é frequentemente considerada uma das melhores séries de filmes de super-heróis. No entanto, mesmo essa obra-prima contém algumas lacunas na narrativa que ainda confundem muitos fãs. Vamos explorar três dessas questões que causam estranhamento, uma de cada filme da trilogia.

### 1. Batman Begins: O Tóxico do Medo e o Vapor
Em *Batman Begins*, o vilão Espantalho, interpretado por Cillian Murphy, utiliza uma toxina que provoca medo extremo em suas vítimas. O problema surge quando a Liga das Sombras decide poluir o suprimento de água de Gotham com essa toxina na expectativa de causar caos. Eles utilizam um emissor para vaporizar a água e liberar a toxina em forma de aerosol. No entanto, o que muitos se perguntam é: e o vapor? Se a toxina é aerosol e está na água há bastante tempo, não seria possível que qualquer pessoa que tomasse banho ou cozinhasse estaria exposta a esse gás aterrorizante? Isso levanta a dúvida de como a população de Gotham não parece afetada até o momento do uso do emissor.

### 2. The Dark Knight: A Concentração dos Policiais
No segundo filme da trilogia, *O Cavaleiro das Trevas*, uma das cenas mais perplexas acontece quando o Coringa, vivido por Heath Ledger, sequestra Rachel Dawes (Maggie Gyllenhaal) e Harvey Dent (Aaron Eckhart), colocando-os em locais diferentes carregados de gasolina. Batman decide resgatar Rachel e, em vez de enviar policiais para ambos os locais para garantir que pelo menos um deles seja salvo, o Comissário Gordon (Gary Oldman) direciona todas as unidades para Dent. Em uma cidade grande como Gotham, essa decisão parece estranha e sugere que a incompetência da polícia é um truque barato para que o Batman pareça mais astuto.

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### 3. The Dark Knight Rises: O Sorriso de John Blake
Por fim, em *The Dark Knight Rises*, o personagem John Blake, interpretado por Joseph Gordon-Levitt, descobre que Bruce Wayne é o Batman simplesmente porque ele percebe que ambos têm o mesmo sorriso. Essa revelação é debatível, visto que não parece haver uma ligação lógica que explique como um simples sorriso poderia fazer Blake juntar as peças e desvendar a identidade secreta de Bruce. Ao contrário de outros personagens que descobriram a identidade do herói através de evidências mais substanciais, Blake baseia sua conclusão em uma comparação superficial.

Esses exemplos mostram que, apesar da renomada qualidade da trilogia, há momentos em que a história deixa a desejar em termos de lógica. Cada um desses pontos desperta discussões entre os fãs e provoca reflexões sobre a narrativa que Nolan construiu.

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