Recentemente, Liam Payne, ex-integrante da boy band One Direction, faleceu aos 31 anos após uma queda de seu quarto de hotel em Buenos Aires, Argentina. A situação chocou amigos, fãs e a mídia, que cobriram o ocorrido de maneiras diversas. No entanto, uma das coberturas se destacou de maneira negativa, levando a uma onda de críticas nas redes sociais.
A TMZ foi amplamente criticada por publicar fotos alegadamente do corpo sem vida de Payne. Após a confirmação da morte do cantor, o site divulgou imagens que mostravam detalhes de suas tatuagens, o que gerou indignação entre seus seguidores e amigos. Alessia Cara, que já havia se apresentado com Payne, não hesitou em expressar sua desaprovação: “Você é nojento @TMZ”, escreveu ela em uma rede social.
As imagens que causaram controvérsia foram removidas das reportagens subsequentes, mas muitos internautas já as haviam visto antes da remoção. Vários usuários das redes sociais descreveram a atitude da TMZ como doentia e falta de respeito. Um dos comentários que gerou bastante atenção dizia que a postagem demonstrava um “nível de moralidade que realmente faz você se perguntar sobre a sociedade”.
Enquanto isso, um fã fez um apelo para que a mídia respeitasse a privacidade de ex-parceiras de Payne e sua filha, pedindo aos paparazzi para deixá-los em paz. A situação de Payne, que foi descrita como alguém que poderia estar alterado, foi reportada antes de sua trágica queda, com a equipe do hotel tendo chamado a polícia devido ao seu comportamento.
Perante toda essa confusão, muitos se perguntam qual deveria ser o limite da cobertura da mídia quando se trata de tragédias pessoais e como respeitar a memória e os relacionamentos de alguém que faleceu.
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