Chris Brown está movendo um processo contra a Warner Bros. por 500 milhões de dólares devido a alegações de assédio sexual apresentadas no documentário “Chris Brown: A History of Violence”, que foi exibido no dia 27 de outubro no Investigation Discovery. Segundo o processo, o cantor de R&B acusa os produtores do programa, incluindo a Warner Bros. e a Ample Entertainment, de difamação e de causar intencionalmente sofrimento emocional por meio de afirmações caluniosas contra ele. Brown também afirma que as evidências apresentadas na série são completamente falsas.
Em um trecho do processo, é afirmado: “Para dizer de forma simples, este caso é sobre a mídia colocando seus próprios lucros acima da verdade. Desde o início de outubro de 2024, a Ample LLC e a Warner Bros. foram informadas de que estavam promovendo e publicando informações falsas em busca de curtidas, cliques, downloads e dólares, em detrimento de Chris Brown. Em última análise, em 27 de outubro de 2024, elas exibiram ‘Chris Brown: A History of Violence’ sabendo que estava cheio de mentiras e enganos, violando princípios básicos do jornalismo.”
O processo também menciona que as alegações de uma mulher identificada como Jane Doe utilizadas no documentário haviam sido “desacreditadas repetidamente” e que ela era “uma perpetradora de violência entre parceiros íntimos e agressora”.
O documentário “Chris Brown: A History of Violence” explora o passado de Brown, desde sua infância problemática, analisando o impacto duradouro do ciclo de abuso e levantando a questão: como um homem com um histórico público tão violento pode manter seu status de superstar? A série inclui comentários de especialistas e reflexões sobre as experiências de cada sobrevivente e a destruição psicológica resultante do abuso.
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