O Lobo e a Revolução que Nunca Aconteceu no Cinema DC
O universo cinematográfico da DC sempre foi recheado de altos e baixos, e um projeto que gerou muita expectativa, mas nunca viu a luz do dia, foi o filme solo do antológico Lobo. Jason Fuchs, o roteirista designado para este empreendimento, revelou em um recente podcast algumas nuances sobre o filme que deveria ter sido tão ousado quanto fascinante.
Um Roteiro Extremamente Violento
De acordo com Fuchs, o roteiro de “Lobo” era tão intenso e violento que faria até “Deadpool”, o fenômeno de 2016, parecer uma produção da Disney. Ele descreveu seu trabalho como uma fusão do humor e da ação de “Guardiões da Galáxia” inseridos em um universo abordado por Quentin Tarantino. Assegurou que o filme seria um “hard R”, ou seja, ultra-violento e psicótico, o que, na visão dele, pode ter sido um dos principais motivos para o projeto não se concretizar.
A Oportunidade Perdida
Quando Fuchs foi contratado, a DC estava em um momento delicado. O sucesso estrondoso de “Deadpool” em 2016 criou uma nova expectativa para filmes de super-heróis com classificação R, mas a Warner Bros. estava em uma fase de transição. “Liga da Justiça” estava prestes a ser lançada, embora enfrentasse problemas nos bastidores, o que deixou o futuro da franquia incerto e descoordenado.
A ideia de um filme do Lobo não era nova; a Warner Bros. tentava fazer isso acontecer desde 2009. Vários diretores e roteiristas foram atrelados ao projeto ao longo dos anos, incluindo Guy Ritchie e Brad Peyton. Em um ponto, o personagem ganhou vida na série “Krypton”, onde foi interpretado por Emmett J.
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