Mesmo após semanas impressionantes, resident evil bilheteria começa a desacelerar seu ritmo enquanto os cinemas abrem espaço para lançamentos. O longa-metragem de terror e ficção científica, que revitalizou a clássica franquia de sobrevivência dos videogames sob o comando do diretor Zach Cregger, começou a perder espaço no circuito exibidor norte-americano.
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Ajuste de salas e o impacto de resident evil bilheteria
Depois de completar mais de um mês em cartaz com recepção eufórica, o filme foi oficialmente retirado de cerca de 900 salas de cinema. Originalmente lançado em 3.684 cinemas em seu circuito nacional, a produção agora segue em exibição em 2.705 salas. Esse ajuste reflete a dinâmica natural do mercado exibidor para abrigar novas estreias da temporada.
A perda de espaço acontece após uma redução recente de 380 salas, mas a produção ainda demonstra força impressionante. Em seu quinto final de semana doméstico, a obra arrecadou cerca de 5 milhões de dólares. A trajetória consolida o novo filme entre os grandes acontecimentos do gênero no ano.
O faturamento total já soma quase 150 milhões de dólares no mercado interno e mais de 360 milhões de dólares em todo o mundo. Com esse desempenho comercial espetacular, a marca alcançada por resident evil bilheteria ultrapassou os 314 milhões de dólares globais de Resident Evil: O Capítulo Final, tornando este reboot o mais rentável de toda a franquia de 24 anos.
Consagração crítica e feitos de Zach Cregger
Além da excelente performance comercial, o trabalho de Zach Cregger superou marcas históricas em sua própria carreira cinematográfica. O resultado mundial deixou para trás os números de seu sucesso anterior, Weapons, que encerrou sua trajetória com 270 milhões de dólares frente a um orçamento de 38 milhões e ainda venceu uma estatueta do Oscar na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante.
No aspecto crítico, o longa cravou o selo Certified Fresh no agregador Rotten Tomatoes com inacreditáveis 96% de aprovação. Essa nota não apenas representa o ápice absoluto de toda a série de adaptações iniciada nos anos 2000, mas também concede ao filme o título de adaptação de videogame com a melhor avaliação crítica da história da indústria cinematográfica.
O consenso da crítica exaltou a capacidade da produção em condensar sustos memoráveis em uma duração enxuta de 90 minutos. O roteiro foi assinado em parceria por Shay Hatten e Zach Cregger, unindo momentos de horror intenso a um timing cômico fundamental oferecido pela atuação do elenco.
Desempenho histórico no ranking mundial
Protagonizado por Austin Abrams no papel de Bryan e contando com Paul Walter Hauser como Carl, o projeto conquistou fãs exigentes de horror e admiradores da série de jogos. O filme soube aproveitar as exibições em salas de formato especial como o IMAX para maximizar sua arrecadação durante o mês de estreia em setembro.
Graças ao fôlego de resident evil bilheteria, o título se posiciona atualmente como o 13º filme mais lucrativo do ano em nível mundial. Ele superou grandes produções como The Mandalorian & Grogu e a reimaginação em live-action de Moana. Enquanto se aproxima do encerramento de sua exibição nas telonas e mira o lançamento digital, a produção já cravou seu nome na história do terror moderno.
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