Roger Ebert e seu desdém por “Mediterraneo”: A inusitada história do crítico que walked out de um Oscar-winner
Quando falamos de críticos de cinema, Roger Ebert é um dos nomes que imediatamente vem à mente. Sua carreira foi marcada por análises incisivas e uma paixão inegável pela sétima arte. Contudo, Ebert não hesitava em expressar sua aversão por filmes que não atendiam às suas expectativas. Um desses casos notáveis foi sua reação ao filme “Mediterraneo”, um longa-metragem que conquistou o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 1992, mas que, para Ebert, não tinha nada de especial.
A trama de “Mediterraneo”
Dirigido por Gabriele Salvatores, “Mediterraneo” se passa durante a Segunda Guerra Mundial e segue uma equipe de soldados italianos enviados para uma pequena ilha grega, Megísti, com a missão de atuar como vigilantes. O que deveria ser uma tarefa simples se transforma em uma experiência transformadora quando a equipe se vê sozinha, após um ataque inimigo que impossibilita sua retirada. Ao interagir com os habitantes locais, os soldados percebem que o verdadeiro horror da guerra pode ser amenizado pelo calor humano e pelo romance.
Um prêmio controverso
Apesar do sucesso crítico e comercial de “Mediterraneo”, que se tornou o filme estrangeiro mais assistido nos Estados Unidos no ano de seu lançamento, Ebert não poupou suas palavras duras. Ele o descreveu como “completamente sem mérito redentor”, afirmando que o filme não ofereceu nada de positivo para o espectador. Essa declaração, vinda de alguém que dedicou sua vida à crítica de cinema, certamente deixou muitos surpresos.
Ebert e seus “poucos” walked out
Em uma entrevista em 1996, Ebert revelou que, apesar de suas críticas contundentes,
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