5 Filmes Perfeitos Que Roger Ebert Amou e Que Todos Devem Assistir Pelo Menos Uma Vez
Roger Ebert, um dos críticos de cinema mais respeitados da história, dedicou sua vida a analisar e apreciar a sétima arte. Desde 1967 até sua morte em 2013, Ebert produziu uma quantidade impressionante de críticas, estabelecendo-se como uma voz influente no mundo do cinema. Ele utilizava uma escala de estrelas de zero a quatro, embora frequentemente expressasse seu descontentamento com essa forma de avaliação, acreditando que a qualidade de um filme deveria ser medida em relação ao que ele se propunha a ser.
Em sua concepção de “Grandes Filmes”, Ebert não se limitou a considerar apenas os clássicos inquestionáveis, mas também obras que, segundo ele, mereciam destaque e análise profunda. Aqui estão cinco filmes perfeitamente avaliados por Ebert, um de cada década, que merecem uma atenção especial.
Anos 1960: Playtime (1967)
Dirigido por Jacques Tati, “Playtime” é um marco no cinema surrealista e na comédia. Tati criou uma verdadeira cidade em miniatura, chamada Tativille, onde seu icônico personagem M. Hulot passa por uma série de situações cômicas que refletem a desumanização da vida urbana moderna. Sem diálogos, o filme é um festim visual que captura a essência da vida cotidiana com uma dose de humor sutil e observacional. Ebert incluiu “Playtime” em sua lista de “Grandes Filmes”, exaltando sua capacidade de provocar risos e reflexões profundas sobre o comportamento humano em ambientes urbanos.
Anos 1970: El Topo (1970)
“El Topo”, um filme de Alejandro Jodorowsky, quebrou barreiras no cinema com seu estilo provocativo e surrealismo exacerbado.
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